Direção artística
Artista e pesquisadora da dança. Em 2005 fundou, na França, a Cia. Dana, onde dirigiu diversas criações até 2014; em 2017, no Brasil, fundou a Ananda Cia de Dança Contemporânea, que dirige desde então. Sua produção reúne peças coreográficas, vídeos-dança, documentários, artigos e livros.
Desde 1998 dedica-se de forma particular à dança com pessoas em situação de vulnerabilidade, com transtornos mentais, com deficiências e com TEA. O diferencial de seu trabalho junto a esse público está em abordar a dança pelo viés da arte — como criação, e não como recurso terapêutico.
Realiza suas atividades entre o Brasil e a França, como artista, professora e palestrante convidada por instituições de ensino, de cultura e de saúde.
Professora dos Cursos de Graduação em Dança da Universidade Federal do Ceará e da Especialização em Transtornos do Espectro do Autismo da Universidade Federal de Minas Gerais, onde também foi professora da Licenciatura em Dança (2010–2015). Atualmente responde pela Coordenadoria de Articulação Social da Pró-Reitoria de Extensão da UFC. Integra os grupos de pesquisa DI.A.A. (UFC) e Corpos Mistos (UFMG), ambos registrados no CNPq. Graduada em Dança pela UNICAMP (1993), mestre em Artes do Espetáculo pela Université Rennes II (2010) e doutora em cotutela em Educação (UNICAMP) e Artes do Espetáculo (Université Rennes II), com bolsa do CNPq (2015).
Duna Dias
Artista, cineasta, produtora e professora. Graduada em Dança – Licenciatura (UFMG) e em Ed. Física (Uni-BH), possui também formação em Teatro (PUC MG). Idealizadora da mostra de videodança “Move Concreto!” e da Mostra de Dança do Fim do Mundo. Também atua como curadora e diretora de espetáculos e filmes com projetos realizados em mais de 20 países. Trabalha no Grupo Contemporâneo de Dança Livre e na Cia Ananda desde suas fundações. Criou a produtora independente Errância Filmes e desenvolve projetos audiovisuais. Brasileira e mineira de BH.
Samuel Carvalho é artista cênico, produtor e gestor cultural e arte-educador. Graduado em Dança pela UFMG e em Pedagogia pela UEMG, possui registro profissional pelo Sated/MG e atua na cena cultural de Belo Horizonte desde 2005, desenvolvendo trabalhos também em outros territórios do Brasil.
Dýãnà Alves
É artista da dança, iluminadora, performer e professora, graduanda em Dança pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Iniciou sua formação no programa Valores de Minas e integrou a Cia. Ananda de Dança Contemporânea, atuando como intérprete-criadora em diferentes obras e participando de circulações nacionais e internacionais, incluindo a apresentação de OLHOS MEUS na França. Em sua trajetória, desenvolve trabalhos em dança, performance e audiovisual, transitando entre criação, interpretação e direção de movimento.
Paralelamente, consolidou sua atuação na iluminação cênica, desenvolvendo trabalhos de desenho, operação e montagem de luz em espetáculos de dança e teatro. Sua experiência também inclui preparação corporal, codireção, cenografia, adereços e produção audiovisual, estabelecendo uma trajetória profissional que articula diferentes funções e linguagens da cena. Entre seus trabalhos estão Motus, Banheirão, Olhos Meus, Candeeiro e Sobre Viver Dançando. Atualmente, atua profissionalmente nas áreas de dança, iluminação, educação e pesquisa artística.
Eduardo Henrique
Artista da Dança na Cia Ananda desde sua criação, é capoeirista na Associação de Capoeira Filhos de Quilombola com a Mestra Sereia. Graduado em Licenciatura em Dança pela UFMG é também Assistente de produção, Cenotécnico, Artesão. Tem um leve flerte com a costura e trabalhos manuais.
Eduardo iniciou sua trajetória na dança em uma das oficinas do “Espaço Cultural ADAV”. Um ano depois, interessou-se pela capoeira e, em 2015, com o “Grupo Filhos de Quilombolas”, participou do evento “Três Berimbaus uma Família” em Madrid. Em 2016, estreou o seu primeiro espetáculo em trânsito com o Grupo Jovem de Dança. Fez parte do projeto Anjos d’rua, com o foco nas danças urbanas e da Cia de Jazz Emaline Laia.
Eric Jacson
Estudante de Educação física da UFMG, desde pequeno é um entusiasta por movimentar o corpo, praticando ballet clássico, lutas, esportes, danças diversas e recentemente se viu no teatro, e se apaixonou pelas infinitas possibilidades que essa área proporciona. Integra a Cia Ananda em 2026.
Gilberto Gulard

Formado em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais, Gilberto é fotógrafo e videasta.
Heloisa Rodrigues
Artista da dança, professora e produtora cultural, formada em Dança – Licenciatura pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e profissional de Dança pelo SATED/MG. Integra o Grupo Contemporâneo de Dança Livre, onde atua como intérprete, criadora, pesquisadora, assistente de produção e proponente de projetos culturais. Sua trajetória reúne experiências em dança contemporânea, performance, videodança, formação artística e gestão de projetos, com participação em espetáculos, festivais, projetos e ações culturais no Brasil e em países como França, Bélgica, México, Panamá, Colômbia, Costa Rica, Guatemala e Peru. Há mais de 15 anos atua como professora de dança para crianças e diferentes faixas etárias. Atualmente, atua como professora de Artes na Rede Municipal de Contagem-MG e trabalha com escrita, elaboração, produção e gestão de projetos culturais em diferentes setores artísticos. Residente em Contagem-MG, desenvolve sua trajetória profissional articulando criação artística, educação, pesquisa e produção cultural.
Luana Magalhães Gomes

É dançarina e arte- educadora em Belo Horizonte. Graduada em Dança pela UFMG, ela atua como professora de artes na rede municipal de Contagem e como professora de dança na escola Casa Viva (Santa Efigênia, BH). Enquanto intérprete-criadora, integra espetáculos da Companhia Ananda desde 2017, participando dos trabalhos “ Olhos Meus”, “ Lágrimas da Floresta”, “ Movimento Derivado”, “ Aves” e “Bambo”. Em sua formação teve passagem pelo projeto Ballet Jovem do Palácio das Artes (2012/2013), realizou um estágio profissional no Grupo Primeiro Ato (2014) e foi professora de jazz e sapateado no Primeiro Ato Centro de Danca.
Luana Sales

Pesquisadora do corpo e das mãos e, antes de tudo, CODA (filha ouvinte de pais surdos).
Traz em sua bagagem a confluência entre os mundos do som e do silêncio, tecendo o encontro entre linguagem, acessibilidade, educação e tecnologia.
Entrelaça o movimento e os sinais em cena como intérprete de Libras nas criações da Cia Ananda. Na educação, dedica seu olhar ao florescer de pessoas surdas com deficiências associadas, ampliando e reforçando os caminhos de aprendizagem do currículo escolar e pós escolar.
Oscar Capucho
É ator profissional, maratonista e bailarino cego formado pela UFMG. Dos artistas brasileiros com deficiência mais atuantes do Brasil e no exterior, Oscar Capucho dançou em dupla com uma bailarina de baixa visão na abertura das Paralimpíadas no Rio, circula o Brasil com o espetáculo “Cartas para Irene” de sua autoria e faz parte do projeto Teatro dos Sentidos de Brasília. Integrante fundador da Cia Ananda de Dança Contemporânea. Trabalha também como diretor e preparador corporal.
Rafael Blaytner</strong
É ator, arte-educador, preparador corporal e produtor cultural com formação em Teatro pela UFMG e experiência em teatro, audiovisual, dança e mediação cultural. Sua trajetória reúne atuação em espetáculos e curtas-metragens, além de formação específica em audiovisual e participação em produções independentes desenvolvidas em Belo Horizonte e Contagem. Atua em processos criativos, formação artística e projetos culturais voltados para cinema, artes cênicas e educação.
Samuel Carvalho
É artista cênico, produtor e gestor cultural e arte-educador. Graduado em Dança pela UFMG e em Pedagogia pela UEMG, possui registro profissional pelo Sated/MG e atua na cena cultural de Belo Horizonte desde 2005, desenvolvendo trabalhos também em outros territórios do Brasil.
É sócio-fundador da Antes do Fim Produções e, desde 2017, integra a Ananda – Cia. de Dança Contemporânea, onde desenvolve atividades artísticas e de produção e gestão cultural. Também é professor da Educação Básica da Rede Estadual de Minas Gerais e artista-docente no campo da dança, com atuação voltada especialmente às infâncias e aos processos de criação, aprendizagem e experimentação artística.
Ao longo de sua trajetória, participou da criação, produção e gestão de espetáculos, videodanças, performances, ações formativas e projetos audiovisuais, em parceria com artistas, coletivos, companhias e instituições culturais de Minas Gerais. Sua atuação articula dança, teatro, audiovisual e educação, com experiência no desenvolvimento de projetos contemplados por editais e programas de incentivo à cultura.
ARTISTAS CONVIDADOS
Beatriz Nobel
Educadora e artista da dança, teve sua trajetória na linguagem contemporânea iniciada nos programas Valores de Minas e Arena da Cultura, entre outros cursos livres. Atualmente é aluna do curso de licenciatura em dança da UFMG e bolsista de programa de iniciação à docência.
Dudu Amendoeira
É músico, compositor, produtor musical e multi-instrumentista formado pela UFMG e Bituca Universidade de Música Popular. Atua há mais de 10 anos na cena artística Belo Horizontina e já colaborou com diversos grupos e artistas da cidade nas áreas de música, teatro e dança, como Grupo Real Fantasia , Cia.Ananda, Corpol!tico, Augusta Barna, Coral, Lamparina, Elekuê entre outros.
Maria Carolina Vieira

É artista catrumana, nascida em Montes Claros – MG, e atuante em Belo Horizonte desde 2017. Graduada em Dança – Licenciatura pela UFMG e técnica em Teatro pelo CEFART. Seu trabalho e pesquisas dialogam Teatro, Dança, Cultura Popular, Educação e Produção Cultural. Desde 2020, coordena a Sol de Sabiá, plataforma de propostas artísticas e educativas com foco na valorização da infância.
Graduado em Dança pela Universidade Federal de Minas Gerais, iniciou sua formação em Belo Horizonte no Programa Valores de Minas. Atuou na Cia Sesc de Dança, Será Quê? Cia de Dança, Cia de Jazz Harmonia e no Ballet Jovem Minas Gerais como bailarino e assistente coreográfico. Ministrou cursos e workshops pelo Brasil e coreografou para diversos grupos brasileiros. Atua como jurado em diferentes festivais de dança no Brasil. Coreografou o solo “Ain’t no Sunshine” e recebeu medalha de ouro como o melhor bailarino do Festival de Dança de Joinville. Atualmente Maxmiler Junio é bailarino da Cia. de Dança Palácio da Artes, Suri Arte e Cia Ananda.
Mestra Alcione Oliveira
É uma multiartista, pioneira no campo da cultura negra em Minas Gerais. Nascida em Belo Horizonte na efervescente década de 70, Alcione tem como base de sua formação artística, filosófica e profissional a Capoeira Angola.
Desde a adolescência imersa nessa arte ancestral afro-brasileira, com mais de 30 anos ininterruptos de vivência, foi reconhecida a primeira Mestra de Capoeira Angola de Minas Gerais. Sua curiosidade artística, além de seu olhar plural e elástico, permitiram a Alcione conhecer e caminhar por diversas linguagens dentro das culturas populares negras, meio em que se destaca também como professora e percussionista. Após décadas de pesquisa, trabalho e práticas pedagógicas, fundou e hoje é a principal mantenedora de uma escola de Capoeira Angola (Grupo Candeia), um coletivo de Maracatu (Couro Encantado) e de um bloco carnavalesco (Bloco Encantado). Como percussionista, Alcione possui trabalhos em conjunto com artistas mineiros renomados, como Tizumba, Sérgio Pererê, Mestre Negoativo, Aline Calixto, Irene Bertachini entre outros. Recentemente, gravou um álbum intitulado “Beija flor de olhos negros”, obra lançada em um show realizado em novembro de 2024. Alcione Oliveira atualmente reside em Belo Horizonte, mas já morou e realizou viagens por todo o Brasil, Estados Unidos e Europa cumprindo com sua honrosa missão de ensinar, difundir e preservar a cultura afro-diaspórica, em especial a Capoeira Angola.
Sara Brito

Artista docente, mãe de Maria Flor, graduada no curso de Dança Licenciatura pela UFMG e com formação livre em Danças Populares Brasileiras. Atua com a dança no universo infantil desde 2007 em projetos sociais e escolas. Dedica-se como bailarina e pesquisadora do Grupo Aruanda (BH) desde 2007, participando de festivais nacionais e internacionais.
Vanessa Aiseó
É musicista, improvisadora, trombonista, artista da cena, artista sonora, pesquisadora e professora. Atua especialmente com o trombone, investigando a improvisação como ferramenta de criação, escuta e relação. Sua atuação conecta música, performance e práticas interartísticas, com interesse em processos híbridos e indisciplinares. Compôs trilhas para dança e performance, mesclando gravações de campo, improvisações sonoras, samples, rádio, discursos políticos, dispositivos analógicos e processamentos digitais. É mestranda em Música, na UFMG. Sua pesquisa é voltada para a temática feminista interseccional de gênero, corporeidade e performance na música experimental contemporânea. Rastreia no som a tradução para subjetividades e poéticas imaginadas. Se interessa pelo ato de escutar como um gesto expandido e de organizar sons como uma insistente prática estética de deixar emergir paisagens interiores.
Tulio
Musico percussionista, educador e contramestre de capoeira angola. Vivente das culturas populares afro-brasileiras há 20 anos. Regente de blocos de carnaval como o Sambadouro e o Grande Bloco do Encontro. Participou de projetos diversos no meio artístico como espetáculos de circo, teatro, dança e grupos musicais como o Frito na Hora, Canteiros, Chama o Síndico, entre outros.







